Ucha Aratangy

Ucha Aratangy é fotógrafa desde que, aos 12 anos, seu pai elogiou uma foto feita em sua Xereta. A partir daí começou a fazer cursos, estudar muito, e nunca mais parou.

Aos 15 anos iniciou-se profissionalmente como assistente de Chico Albuquerque, um dos mais importantes fotógrafos que o Brasil já teve. Aos 20, montou seu primeiro estúdio.

Se formou em arquitetura na FAUUSP em 1990, mas nunca saiu da fotografia. Seu trabalho profissional se desenvolveu em grande parte dentro do estúdio, com fotos para publicitárias, editoriais e institucionais, mas a faculdade lhe trouxe também um olhar diferenciado para o espaço arquitetônico.

Além do desenvolvimento profissional, com seu trabalho pessoal, Ucha realizou duas exposições individuais na França, e participou e diversas coletivas, tanto no Brasil como na Espanha, onde morou por 7 anos.

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Jê Américo

Influenciado pela filosofia da ciência, Jê Américo investiga as fronteiras entre razão e percepção, estrutura e incerteza, explorando como construções racionais podem conter, paradoxalmente, espaços para o mistério. Esse interesse dialoga com sua prática de meditação budista, que informa seu processo criativo com uma atenção plena aos vazios, aos silêncios e à impermanência. Em sua obra, o rigor geométrico convive com o vazio meditativo, criando composições que são ao mesmo tempo concretas e contemplativas, racionais e intuitivas — uma síntese entre mente e matéria, pensamento e presença.

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Mario Lalau

Mario Lalau investiga a fotografia como um instrumento de suspensão do tempo e de reconfiguração da percepção. Seu trabalho busca transcender a dimensão documental da imagem, propondo um olhar que atravessa o visível em direção a camadas sensoriais, intuitivas e simbólicas da experiência.

A partir de uma prática meditativa, Lalau explora estados de “transvisão”, nos quais a imagem emerge da relação entre corpo, natureza e percepção ampliada. Dialogando com reflexões filosóficas e processos artísticos contemporâneos, sua produção tensiona os limites da linguagem fotográfica, deslocando-a do registro objetivo para um campo mais sensível e ontológico.

Desde 2021, desenvolve uma pesquisa nômade, percorrendo territórios remotos em busca de uma reconexão com o sagrado e com saberes ancestrais. Dessa travessia nasce Cairu, fotolivro que sintetiza sua investigação como experiência de transformação interior e de reinvenção do olhar sobre o mundo.

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Mauricio Rocha

Com formação em arquitetura e experiência consolidada em design de lojas, embalagens e comunicação visual, desenvolvo um trabalho que explora as intersecções entre imagem, percepção e linguagem visual. A influência artística herdada dos meus pais, ambos artistas, moldou uma sensibilidade voltada para a precisão estética e para a materialidade da imagem impressa e digital.

Meus projetos frequentemente investigam como a fragmentação visual e o fenômeno da luz afetam a leitura de uma imagem. Coleciono lentes e superfícies ópticas como parte do processo criativo, utilizando esses elementos para investigar as camadas que compõem o visível.

A cidade de São Paulo serve como campo de observação contínua. Através de um olhar arquitetônico, analiso sua complexidade visual e urbana, propondo composições que desafiam a leitura imediata e estimulam a atenção aos detalhes.

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GamaH

GamaH (1979), vive e trabalha na capital paulista, artista plástico com formação em Arquitetura. Já participou de salões de arte como SAC-Luiz Sacilotto, SAC-Piracicaba e SAV-Vinhedo, além de exposições coletivas em São Paulo. Premiado no 1º Salão de Artes Visuais de Santa Bárbara D’Oeste (2014). Participou da residência artística "Destino Luz", na Casa da Luz, sob a curadoria de Ivi Brasil (11/2022-06/2023). Também participa de Feiras de arte gráfica entre elas, "A.F.A.G.O., Feira Miolos e Feira Folhetaria.

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